Museus brasileiros entram no Google Art Project

Dois museus brasileiros entraram no Google Art Project, serviço que oferece uma experiência online diferente para quem se interessa por arte. Agora, internautas poderão navegar por partes do acervo da Pinacoteca e do MAM acessando imagens em altíssima resolução e tours virtuais gravados com tecnologia Street View.
E, de acordo com o diretor executivo da Pinacoteca, Marcelo Araújo, a ideia não é que as pessoas fiquem em casa apenas vendo as obras através do computador, mas que o acesso ao Google Art estimule a visita aos museus. “Tem uma forte questão pedagógica aí, de acesso e democratização da arte. Damos a chance de pessoas conhecerem coisas novas e, para quem já conhece os museus, de ver mais detalhes de suas obras preferidas”, explica.
Detalhes, aliás, são o que não faltam no modo de visualização de cada obra. Além de poder explorar todas as peças selecionadas pelos museus com um zoom poderoso, uma peça de cada acervo é escolhida pelas instituições para receber a digitalização no modo Gigapixel, que usa, nada mais nada menos, que 7bilhões de pixels.
Quer ter uma ideia do que esse número gigantesco significa? Que tal acessar as obras selecionadas pela Pinacoteca (“Saudade”, de Almeida Junior) e pelo MAM (O mural externo, Os Gêmeos) e ver a qualidade de imagem que o zoom alcança? Na capacidade máxima do zoom é possível ver pinceladas, detalhes da tinta e, no caso de “Saudade”, até a textura do tecido da tela.
Também vale a pena fazer o tour virtual gravado por um carrinho especial do Google chamado “Trolley”. Com tecnologia Street View, ele fotografa uma paisagem em 360˚ através de 15 câmeras. Ao “entrar” em um museu, dá para selecionar as salas que você quer visitar. Ícones de “+” também aparecem sobre as obras selecionadas para a exposição virtual do Google Art – basta clicar nelas para saber mais sobre cada uma e visualizá-las em alta qualidade.
O lado ruim do serviço é que ele ainda não é muito ágil – como as imagens são muito pesadas, elas podem demorar a carregar e a entrar em foco. Mesmo assim, como a ideia é a visualização de detalhes, ter um pouco de paciência vale a pena.
Google Art Project pelo mundo e pelas redes sociais
Além dos museus brasileiros, já é possível acessar acervos de cerca de 150 outras instituições de 40 países, entre eles o MoMA (Nova York), o Tate Britain (Londres) e até endereços menos “tradicionais”, como a Galeria Nacional de Arte Moderna de Nova Déli (Índia). Nem todas são museus – a coleção de arte da Casa Branca, por exemplo, também está presente entre as opções. No total, o Google Art Project apresenta uma exposição virtual permanente de mais de 30mil obras e tours por 385 salas.
São muitos artistas, estilos e épocas diferentes. Pensando nisso, o Google disponibilizou, através do Google+, a possibilidade de fazer uma curadoria de suas obras preferidas. Dá para criar sua própria galeria na rede social, dividindo-a da forma desejada (por período, artista, cores, etc.). Facebook e Twitter também podem ser usados para compartilhar este conteúdo. “O que o Google propõe é uma democratização da arte, então não faz sentido impedir que essas obras sejam realmente compartilhadas”, explica Fabio Coelho, presidente do Google Brasil.
Ainda não se tem previsão de quando outros museus brasileiros serão incluídos no serviço, mas a equipe do Google Brasil garante que mais negociações já estão sendo feitas, embora não revele nomes de nenhuma instituição. O lado ruim do serviço é que ele ainda não é muito ágil – como as imagens são muito pesadas, elas podem demorar a carregar e a entrar em foco. Mesmo assim, como a ideia é a visualização de detalhes, ter um pouco de paciência vale a pena.
Google Art Project pelo mundo e pelas redes sociais
Além dos museus brasileiros, já é possível acessar acervos de cerca de 150 outras instituições de 40 países, entre eles o MoMA (Nova York), o Tate Britain (Londres) e até endereços menos “tradicionais”, como a Galeria Nacional de Arte Moderna de Nova Déli (Índia). Nem todas são museus – a coleção de arte da Casa Branca, por exemplo, também está presente entre as opções. No total, o Google Art Project apresenta uma exposição virtual permanente de mais de 30mil obras e tours por 385 salas.
São muitos artistas, estilos e épocas diferentes. Pensando nisso, o Google disponibilizou, através do Google+, a possibilidade de fazer uma curadoria de suas obras preferidas. Dá para criar sua própria galeria na rede social, dividindo-a da forma desejada (por período, artista, cores, etc.). Facebook e Twitter também podem ser usados para compartilhar este conteúdo. “O que o Google propõe é uma democratização da arte, então não faz sentido impedir que essas obras sejam realmente compartilhadas”, explica Fabio Coelho, presidente do Google Brasil.
Ainda não se tem previsão de quando outros museus brasileiros serão incluídos no serviço, mas a equipe do Google Brasil garante que mais negociações já estão sendo feitas, embora não revele nomes de nenhuma instituição.
























